A palavra "amo-te" soa-me a qualquer coisa tão forte que nem a própria palavra o consegue explicar. Soa-me a compromisso, a dependência, a promessa. Soa-me a eternidade, uma coisa tão longa que se torna aborrecida.
"Amo-te" é tão pesado e carregado de melancolia. É doentio.
Não há diversão, festas, bebedeiras, parvoíces que a dois se tornam a coisa mais racional do mundo. Não consegui ver isso nesta palavra.
Admito, já a devo ter dito umas quantas vezes mas nunca pensei nesta descrição enquanto essa coisa doentia passava pela garganta, pela língua, pelos lábios e depois havia quem a ouvisse. Dizia porque havia quem a dissesse. Porque oiço televisão, rádio, tenho uma vida social e isso influência o receptor.
E isto tudo não faria sentido se eu tivesse apaixonada. E é isso que me falta. É mais simples do que namorar. Falta apaixonar-me por alguém.
PS: Eu adoro-te.
PS: Eu adoro-te.

2 comentários:
oohh, tão doce!
tao bonito *.*
adorei
estou a seguir.te :p
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